Custo de entrada baixo
É a modalidade com menor parcela — o que permite começar sem comprometer o orçamento da casa.
Moto para trabalhar, para o trajeto diário ou para o fim de semana. Parcela baixa, crédito objetivo e a mesma assessoria completa da Borba.
Valor divulgado pela Borba Consórcio para a modalidade. A parcela final depende do crédito escolhido, do prazo, da administradora e da correção do grupo.
É a modalidade com menor parcela — o que permite começar sem comprometer o orçamento da casa.
Para entregadores e mototaxistas, a moto é ferramenta de trabalho: o crédito vira investimento no negócio.
Como o crédito é menor, um lance modesto costuma mudar bastante a posição dentro do grupo.
O consórcio de moto é o jeito mais barato de sair da dependência do transporte público ou de trocar a moto antiga. A parcela costuma caber no orçamento de quem ganha um salário, e o crédito atende tanto o uso pessoal quanto o profissional.
O setor acompanha o movimento do mercado: hoje cerca de uma em cada três motos vendidas no Brasil passa pelo consórcio. É a modalidade em que a diferença entre financiar e planejar aparece mais rápido no bolso.
Se a moto é o seu instrumento de renda e você está sem ela, provavelmente não. Nesse caso, financiamento ou compra à vista resolvem melhor. Agora, se você já tem uma moto e quer planejar a troca com parcela baixa, o consórcio encaixa muito bem.
Sim, e é um dos usos mais comuns. Entregadores e profissionais de aplicativo usam o consórcio para trocar ou adquirir a moto sem financiamento.
Varia por administradora e por grupo. Grupos de moto costumam ter créditos menores que os de carro, o que também reduz a parcela.
Para adquirir a cota, não. Para emplacar e conduzir a moto, sim — a habilitação é exigência de trânsito, não do consórcio.
Conte o objetivo e o valor que cabe no mês. Em poucos minutos você recebe os cenários com números reais.